terça-feira, março 18, 2008

As Veias Musicais da America Latina


Rádio Cultura FM - Notícias da Programação
Terça-feira, 18 de março de 2008

Laudate Dominum

As Veias Musicais da America Latina



No domingo da páscoa, você, ouvinte, poderá despertar com um repertório interessantíssimo apresentado pelo compositor e pianista Amaral Vieira. Trata-se de um passeio auditivo pelas músicas da América Latina dos séculos XVII e XVIII, onde se pode observar como o nosso barroco se diferenciou do mesmo estilo na Europa. A América latina que conhecemos hoje está muito distante do que geograficamente era no período colonial, dominado pela coroa espanhola e portuguesa, desde o século XVI até princípios do XIX. Na América Hispânica do século XVIII, quatro vice-reinados se repartiam em sua ampla extensão: Os vice-reinos da Nueva España (hoje México, Guatemala e Panamá); o de Nueva Granada (atualmente Venezuela e Colombia) o do Rio de la Plata (particularmente a Argentina) e por fim, o do Alto Perú (agrupando Perú e Bolívia). O papa criou para as conquistas, os sistemas de padroado e patronato régios. Esses sistemas permitiram que os monarcas nomeassem ou destituíssem bispos, padres e cléricos das ordens regulares, que fizessem a conversão pela cruz e pela espada, pelo trono e altar e, que fizessem uma "guerra justa", segundo o conceito de Juan Ginés de Sepúlveda. No processo da conquista, estiveram presentes os padres das ordens regulares, como os jesuítas, os franciscanos e os oratorianos. Encarregados de evangelizar os índios, usaram da música como veículo de conversão. Criaram instrumentos, músicas e uma forma americana de interpretar. Em 1617, por exemplo, chegou ao porto de Buenos Aires, o padre jesuíta Louis Berger, para se incorporar à Missão de Santo Inácio, no Alto Paraná.

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Laudate Dominum
Apresentação: pianista e compositor Amaral Vieira
Domingo, 23 de março de 2008, 9h00
Produção: Fernanda Shidomi


Tema e Variações

A Áustria Clássica



A Áustria é o berço da musicalidade, dos mais destacados na história da música Ocidental. Foi lá que surgiram tantos nomes e tantas obras que não só marcaram as transformações estilísticas da música tonal, como também retrataram a mudança das mentalidades no Ocidente. E é exatamente isso que o maestro Julio Medaglia falará no seu programa diário, sempre às 11 horas da manhã. Pode-se compreender o classicismo, ou melhor, a música clássica, na forma e na estrutura. As frases ou melodias são claramente subdivisíveis e estão ligadas umas às outras de forma coerente. Há uma periodicidade e simetria formal que personalizam e geram uma nova continuidade. Para o ouvinte, a música clássica, com sua coerência periódica e, sobretudo devido a ela, com essa simetria melódica e harmônica, parece mais compreensível e at raente, é isso que nos aponta Marc Vignal: "O material melódico de uma obra clássica, mesmo submetida às mais radicais modificações, conserva sua identidade para o ouvinte, graças principalmente a certa constância do ritmo". A supremacia da melodia foi também a supremacia da voz. As linhas melódicas que estavam nas vozes dos cantores, com suas temáticas religiosas ou seus textos dramáticos e heróicos (de que os príncipes gostavam), deveriam fazer que o sentido textual fosse claramente perceptível, inteligível e mais ainda, expressivo no seu conteúdo.

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Tema e Variações
Apresentação: maestro Julio Medaglia.
Sexta-feira, 21 de março de 2008, 11h00
Produção: Marta Fonterrada.



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